terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Presente.


Acho que o meu exercício diário, sempre foi, mas o mais importante, continua a ser, decifrar as questões que a vida me dá. É quase um malabarismo, onde manter a minha lucidez é imprescindível. Então procuro todos os meus espaços existentes, e percebo que não preciso de ter todas as respostas, basta não me fazer de desentendido e aceitar todas as perguntas. 

O maior erro do ser humano não é o vacilo que muitas vezes comete, mas submeter-se à cegueira, para obter somente as resposta ao que lhe interessa.

Não concordam ?

3 comentários:

  1. Eu concordo. Até porque todos os dias é um dia diferente, acontece coisas diferentes e somos constantemente postos à prova para nos adaptar-mos a todas essas variações.

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    1. r: sim, entendo Ansel :p e tens de facto razão. É como eu disse, mesmo sendo família (próxima ou não) não significa que tenhamos de nos identificar ou sequer gostar da personalidade dessa/s pessoa/s. Lá porque são família não deixam de ser pessoas como as outras e, como tal, têm personalidades distintas com as quais nos podemos dar muito bem ou muito mal

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